Medo, A Estratégia do Diabo

MEDO, A ESTRATÉGIA DO DIABO

 

         “Tudo que você quer está do outro lado do medo” (Benjamim Franklin). A geração dos Baby Boomers nasceu e cresceu debaixo da constante ameaça de uma guerra nuclear de proporções apocalípticas. Apesar dos perigos reais, esta geração se beneficiou do fim da II Grande Guerra Mundial e foi responsável pelo fortalecimento da democracia e da liberdade ao redor do mundo. A partir da geração X, 1965 a 1985, até o presente momento, com a Geração C (Covid), os seres humanos estão sendo dominados pelo sentimento de medo disseminado pelos órgãos de governo e pelos meios de comunicação.

        Após o fim da Guerra Fria, 21 de dezembro de 1991, o mundo passou a ouvir constantemente sobre os fenômenos da natureza como El Niño, que é o aquecimento anormal das águas do oceano, além de tsunamis, terremotos, furacões e enchentes. Mais de 15 mil catástrofes naturais ocorreram no mundo desde 1902 a 2021, sendo a Covid-19 uma delas.  Por mais espontâneas que sejam, as mudanças climáticas têm sido usadas como agentes de transformação social nas mãos de poucas pessoas que controlam a agenda mundial. Não é à toa que, no livro do Apocalipse, Deus irá destruir a fauna e a flora a partir de elementos extraterrestres, mostrando que a Terra que Ele criou não destrói a si mesma, mas ela apenas se renova.

        Com medo do aquecimento global, pandemias, terrorismo, guerras em vários lugares, os homens estão sendo preparados para o Governo Mundial do Anticristo. Desde o ataque terrorista de 2001 em Nova Iorque, culminando com a pandemia do Novo Coronavírus em 2020, a geração dos Baby Boomers tem visto a perda gradual de sua liberdade de ir e vir, de se expressar e, principalmente, de fazer decisões sobre a sua saúde física. Há mais de dois mil anos, o livro de Apocalipse ensina que o sentimento de medo será o motor propulsor do Anticristo para implementar o seu domínio na Terra.

        Enquanto isso, a Igreja precisa manter a sua sobriedade por ser a única luz do mundo até à volta de Cristo. Não podemos negar o perigo, mas precisamos rejeitar toda e qualquer forma de opressão: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação” (II Timóteo 1:7). Não tenha medo! Tenha fé!

 

Rômulo Weden Ribeiro