A Pandemia e o Amor ao Próximo

A PANDEMIA E O AMOR AO PRÓXIMO

 

        Após um ano de luta contra o novo coronavírus e mais de 295 mil mortes no Brasil, nós não precisamos discutir a importância das medidas sanitárias tais como higienizar as mãos frequentemente, usar máscara adequadamente quando próximo de qualquer pessoa que não seja de dentro de casa e, principalmente, guardar quarentena diante de algum sintoma de gripe, resfriado ou alergia. Todos esses cuidados demonstram o amor que devemos para com o próximo, pois não queremos ser transmissores assintomáticos do vírus e, muito menos, sintomáticos. 

        Independente de ser uma medida científica ou política, os lockdowns não seriam necessários se cada um de nós realmente seguisse as recomendações do distanciamento social para evitar o alastramento do vírus. Certo médico, na linha de frente desta pandemia há mais de um ano, desabafou que muitos de seus pacientes curados não guardaram a quarentena e, no primeiro sinal de melhora, foram às compras sem se preocuparem com a saúde de outras pessoas. O vírus pode ser letal e é altamente transmissível.

        As nossas autoridades não estão sabendo como lidar com esta pandemia e muitas pessoas, cujo montante desconhecemos, estão morrendo de fome, depressão e outras causas provenientes do fechamento da economia, mas isso não nos dá o direito de relaxar os nossos cuidados no enfrentamento da Covid-19.  Sem TOC (obsessão), todo cuidado é pouco para que possamos vencer este momento difícil pelo qual o nosso país está passando. Por amor ao próximo, vamos fazer a nossa parte e obedecer ao protocolo de segurança. Aqui entra a velha luta contra a dengue: cuide do seu quintal para não infectar o quintal do vizinho.

        Neste momento caótico que vivemos, não seja de esquerda e nem de direita. Seja bíblico! “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei” (Romanos 13:8). Vamos fazer o nosso melhor para não contaminar o quintal do nosso vizinho. Cuide-se também!

 

Rômulo Weden Ribeiro